quarta-feira, 19 de julho de 2017

Exposição da obra ex-librística de SEGISMUNDO PINTO nos 50 anos da sua actividade artística

Homenagem da Academia Portuguesa de Ex-Líbris


Depois de inaugurada a exposição da obra ex-librística de Segismundo Pinto, patente nas salas do rés-do-chão do Palácio Almada, denominadas núcleo Fernando Pessoa que apresenta à entrada uma interessante e grandiosa escultura pessoana de autoria de Dórita Castelo-Branco,  José Colaço, abriu os trabalhos lendo o expediente mencionando cerca de trinta mensagens, quatro delas vindas dos Açores.
António Luís Marques Francisco usou depois da palavra em representação da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que tem sido parceira da A.P.E.L. em várias atividades desenvolvidas nas instalações do Palácio Almada.
Sérgio Avelar também falou dos 65 anos da Academia bem assim, das direções e seus presidentes.
Jácome de Bruges Bettencourt referiu o trabalho desenvolvido pela delegação da A.P.E.L. nos Açores ao longo destas três dezenas de anos, em que se levaram a cabo 21 exposições, a maior parte na ilha Terceira. Publicaram-se catálogos destas exposições com textos de vários artistas ex-libristas e foram lançados dois catálogos inventariando, até à atualidade, 265 marcas de posse usadas por açorianos e instituições da Região Autónoma dos Açores. Referiu nomes como Aulo-Gélio Severino Godinho, Fausto Moreira Rato, Manuel de Lancastre Bobone, António Paes Ferreira, Ruy Palhé da Silva, Eugénio Mealha Costa, Mário Vinhas, Luís Ferros, Francisco de Simas Alves de Azevedo, Carlos Miguel Arthur e mais alguns nomes ligados à nossa Academia, que enviavam para a ilha Terceira as suas publicações e muitos ex-libris que alimentaram a minha coleção durante anos. Destes, só resta um, o ator Carlos Miguel.
Só em 1987 passei a sócio efetivo e construí amizade com Sérgio Avelar Duarte, Victor Escudero de Campos, José Colaço, José Filipe Menandez, Ana Cristina Martins e David Fernandes da Silva. O Segismundo Pinto era meu amigo já dos anos 60.
Entre as ações desenvolvidas destaca-se o X Encontro Nacional de Ex-Libristas, de 1993, que foi dedicado aos pertences usados por gente e instituições dos Açores, realizado na Casa dos Açores de Lisboa, na Rua dos Navegantes à Lapa, onde esteve patente uma excelente exposição de Ex-Libris Açorianos, que aliás mereceu o primeiro catálogo da especialidade numa iniciativa da A.P.E.L., apoiada pelo Governo Regional dos Açores.
Relativamente ao Segismundo Pinto, aqui merecidamente homenageado, conheço-o à mais de meio século dos tempos em que vivi em Campo d’Ourique, na Rua Coelho da Rocha, dos tempos em que cortávamos o cabelo na tenda de mestre Manacés, o mesmo que servira de barbeiro a Fernando Pessoa. Tempos da Causa Monárquica, ao Camões. Enfim, de jovens com interesses que se mantiveram pela vida fora. Viemos a encontrar-nos na A.P.E.L., nos anos 80.
Em julho de 1988, à quase trinta anos, convidei o Segismundo Pinto a fazer a sua primeira grande exposição de marcas de posse, com o apoio do Município Angrense. Foi a primeira vez que um grande Mestre da gravura em linóleo apresentou os seus trabalhos nos Açores, e um ano antes Mestre Paes Ferreira aí esteve com gravuras em talho doce, aço ou cobre. S.P. no primeiro certame apresentou 150 ex-líbris e da segunda vez em 2004, 270 peças.
De realçar o tratamento heráldico, inovador, sem infringir regras, com a própria criação de novas peças, em casos de diferenças. Essa imaginação permite-lhe usar escudos por vezes de fantasia bem conseguidos, o lançamento de paquifes acompanhados de virol numa imaginação prodigiosa de excecional mestria.
Não conheço outro artista que, como ele domine a heráldica e o que digo está patente na exposição que ora vemos nestes seus 417 pertences, dos quais 44 foram executados para gente dos Açores.
Permito-me assim, afirmar perentoriamente, que Segismundo Pinto é o mais notável artista heraldista português, que transferiu para os Ex-Líbris temáticos no seu ordenamento ou lançamento das peças heráldicas, como paquifes, cartelas, manteletes, formas dos escudos, elmos ou coronéis, que consegue adequar ao estilo de cada peça, isto sem quebrar o rigor da ciência de brasonar.
Deste nosso grande Amigo, havia muito mais a dizer. Nascido em Lisboa em 1945, licenciou-se, aí, em Economia pelo I.S.E., e em Arquitetura pela E.S.B.A.L.. Funcionário público aposentado com importantes cargos diretivos assumidos, antigo docente do Instituto Superior do Serviço Social, ocupando a presidência do Conselho Diretivo durante vários anos. Foi premiado várias vezes como escultor e mereceu referências bibliográficas em dicionários portugueses e estrangeiros de arte. Publicou dezenas de trabalhos.
Sabemos que S.P. tem entre mãos quatro ou cinco ex-líbris, um deles para Jorge Carlos Almeida Fonseca, constitucionalista, agora Presidente da República de Cabo Verde, em 2º mandato.
Encerrou a sessão Victor Escudero, aliás autor do notável e bastante apropriado texto do catálogo de que se reproduziram 130 exemplares, 100 com numeração árabe e 30 em romana, que se esgotaram num ápice, uma vez que no salão nobre do Palácio da Independência ou dos Almadas estiveram presentes mais de 100 pessoas.
Como Victor Escudero afirma “Contudo, com esta mostra e o presente catálogo, não fica saldada a dívida que Todos temos para com o nosso Homenageado… falta, ainda, o grande livro que urge para memória futura e o reconhecimento do Estado Português que é já mais do que cabido ao Mérito Artístico e Cultural de Segismundo Pinto. Então, aí, teremos oportunidade de imprimir tudo quanto nos vai na alma e o coração teima em verbalizar… por ora, fiquemo-nos por mais esta página que ilustra o Bem Querer que muitos desejamos expressar ao Académico, ao Artista e ao Amigo… Segismundo Manuel Peres Ramires Pinto… o Ex-Librísta, número 1!”.

Fotos gentilmente cedidas pela Academia Portuguesa de Ex-Líbris

terça-feira, 18 de julho de 2017

COMENTÁRIOS ACERCA DOS BISCOITOS DO ECO-MUSEU E DO FUTURO…

Dr. Francisco Maduro-Dias - Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum. 
 25.ª Festa da Vinha e do Vinho - Setembro de  2016 . Ilha Terceira / Açores

Agradecendo a oportunidade e o convite para uma palestra, mais até em jeito de conversa, por ocasião da festa do vinho e da vinha dos Biscoitos, neste início de Setembro de 2016, deixo aqui algumas das ideias que mais me preocupam, no que respeita ao tema em título, sem esquecer que aqui estou, também, na qualidade de Grão-mestre da Confraria do Vinho Verdelho dos Biscoitos.

1. Os Biscoitos atravessam, desde há décadas, uma fase de expansão urbana. 
Como lugar de um clima especial e com a particularidade de permitir, a quem lá vive, ter uma sensação diária de viver “em férias”, foram e têm sido muitos os que construíram uma segunda casa, que acabou por ser a primeira.
De facto, os Biscoitos da Terceira ficam “do lado de lá”, querendo eu dizer com isto que ficam longe e fora do dia a dia de trabalho, com um sol-pôr “ao contrário” de quem mora em Angra e mesmo algo diferente de quem mora ou trabalha na Praia. Chegar aqui, todos os dias, depois de ter estado nesses outros lugares, é, realmente, poder “mudar de ares”, e isso é bom.
Isso e o clima fizeram com que muitos decidissem trocar as vinhas e as curraletas abandonadas por uma “adega”, nem que ela tenha uns bastos e avantajados metros quadrados de área coberta.
Por outro lado, muitos acham por bem que a vinha exista, desde que seja nas curraletas ao lado, e, enquanto houver vinho nos supermercados e lojas ou noutras ilhas, tem sido difícil manter uma área útil capaz para o Verdelho e, já agora, o Arinto, o Terrantez e outros, de que o campo ampelográfico do Museu do Vinho, da Casa Agrícola Brum, é testemunho e testemunha.
Enfim, como muitas coisas na vida, nada se faz sem trabalho e os resultados começam, embora Ainda ténues, a aparecer.
A seguir temos a questão da área, onde se pode dizer que existe perto de 70% de espaço ainda disponível para expansão. Depois, a lição do vizinho Pico, onde parece que o negócio começa a mostrar alguns frutos, esperando-se que, aqui nos Biscoitos, o caminho seja semelhante. Finalmente a própria qualidade climática desta zona da ilha, antigamente famosa também pela fruta, além do vinho.

2. Passando adiante vamos pensar no que a memória pode ajudar quando se fala nestas coisas do turismo, da economia sustentável, da qualidade dos bens produzidos, do futuro dos lugares e comunidades.
Falar em memória é falar de museus, de centros de interpretação, de eco-museus, de colecções visitáveis, de bibliotecas.
Ora os Biscoitos têm, desde há décadas, um eco-museu, o que é, muito provavelmente, o tipo de espaço cultural que melhor lhe podia acontecer e mais apertadamente lhe cabe, no que diz respeito a estas coisas do vinho, da vinha e da paisagem.
Diria mesmo que é, dos que conheço, o que mais se me afigura um verdadeiro eco-museu! Porque agrega todas as funções que julgo serem as certas para se poder dizer que o é, ao contrário de muitos outros que, sendo embora muito bons repositórios de memória, acabam por ser aquilo que uma vez designei por “salas com esqueletos pendurados da parede”, já sem vida, e que apenas apontam para o passado e para uma quase mórbida atitude de pena e lamento.
Esta casa, aquela onde se celebra, em cada ano, a festa do vinho e da vinha dos Biscoitos, é um eco-museu porque:
Primeiro, tem um espaço de memória, sem ser demasiado grande ou demasiado pequeno, que recolhe os testemunhos e apresenta uma narrativa. Poderia ter uma variedade imensa de outras formas de expor mas, na sua simplicidade e organização, deixa clara a mensagem, e incluo aqui a zona do campo ampelográfico e de mostra das curraletas; 
Depois, tem relação efectiva com um território vivo e produz vinho! E isso liga toda a memória passada com a prática quotidiana de agora e com o futuro. Trata-se, portanto, não de um lugar onde se choram tempos já acabados, mas onde se sente a vida de agora, com as suas qualidades, dificuldades e anseios.
Falta, então o quê?
Se existe território, se existe memória, se existe presente de cultivo, se existe uma - enorme, por comparação com a actualidade - possibilidade de ampliação, embora ainda estejamos na penumbra, no que respeita a vinho - e já agora fruta - a sério, em quantidade e qualidade, dos Biscoitos, o único caminho que podemos propor é o da consolidação do que está feito, do adequado planeamento do território para que vinha e habitação saibam onde cada uma pode estar e, principalmente, há que chamar a terreiro todas as forças políticas e entidades com responsabilidade administrativa para que, descendo ao terreno, ajudem a construir um futuro que, tanto quanto vejo, é muito mais risonho aqui do que em muitas outras freguesias da ilha, da região e do País.
Porque é indiscutível que existe lugar para a vinha e o vinho que hoje, mais uma vez, comemoramos.
Saibamos querer!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Compilação da Imprensa (65)

O anterior AQUI
Memórias

O  ESTADO  DO  NOSSO  PATRIMÓNIO

Um vinho 
arrancado da lava
In Revista Volta ao Mundo - Janeiro 1996

Clicar na imagem para melhor ler

Casa Agrícola Brum com nova administração - 2010- Aqui

Garrafa Comemorativa do 125.º Aniversário da Casa Agrícola Brum - 2015 - Vídeo Aqui



Outras "Parras" :

Planta da Freguesia dos Biscoitos (ano 1830) aqui

Plantas Vasculares nas Vinhas dos Biscoitos (ano 1971) aqui.

"A vinha perde-se e a população nada ganha" (ano 1994) aqui.

"Região de Biscoitos, nos Açores - Casas em vez de vinhas" - Santos Mota (ano 1994) - aqui.

"Biscoitos: que futuro? "-José Aurélio Almeida (ano 1996) - aqui.

"As Vinha dos Biscoitos" -Bailinho de Carnaval da Freguesia das Fontinhas. (ano 1997) aqui.

Pisa e Mosto (1997) aqui

Sinónimos- Casta Terrantez da Terceira -Aqui

"Uma virada nos Biscoitos"(Açores)- (ano 1998) aqui.

O viticultor açoriano está envelhecido (ano 1998/99) aqui

“Provedor de Justiça dá razão à Confraria” (ano 1999) aqui.

“Museologia de Interpretação da Paisagem Ecomuseu dos Biscoitos, da ilha Terceira” - por Fernando Santos Pessoa (ano de 2001) aqui.

"Carta de risco geológico da Terceira" (ano ano 2001) aqui.

"Paisagem Báquica - Memória e Identidade" - Aurora Carapinha (ano 2001) aqui.

“A Paisagem Açoriana dos Biscoitos” - por Gonçalo Ribeiro Telles (ano 2002) aqui.

"Fadiga sensorial" (ano 2007) aqui.

"Defender curraletas!" (ano 2007) aqui.

"Tutores" (ano 2007) aqui.

"Rememorando as origens dos Biscoitos nos séculos XV e XVI"- por Rute Dias Gregório (ano 2008) aquiaqui e aqui.

“A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo” - por Margarida Pessoa Pires (ano 2009) aqui.


"O Aditivo"- por Francisco dos Reis Maduro-Dias -ano de 2009 Aqui

A Casa Agrícola Brum tem nova administração - ANO de 2010 AQUI

Biscoitos de Lava para os “sete magníficos” (ano 2011) aqui

"Acerca do vinho" -por Francisco Maduro-Dias (ano 2011) Aqui

Sócios da associação de viticultores da ilha Terceira -  Adega Cooperativa dos Biscoitos C.R.L.- não recebem há mais de 6 anos- Ano de 2011 - Video RTP  Aqui

Produtores engarrafadores e produção de vinho nos Biscoitos em 2012-  Aqui

Produção de vinho nos Biscoitos em 2015 - Aqui

Garrafa Comemorativa do 125.º Aniversário da Casa Agrícola Brum - 2015 - Video Aqui

segunda-feira, 10 de julho de 2017

PRESIDENTES DA JUNTA DE FREGUESIA DA SÉ - ANGRA DO HEROÍSMO

Jácome de Bruges Bettencourt, escritor:

"Cada vez mais as pessoas afastam-se dos partidos"


In entrevista ao DI (Diário Insular) de 08-.Julho.2017 acerca do livro Presidentes de Junta de Freguesia da Sé de Angra.



"Fui convidado pelo executivo autárquico da Junta de Freguesia da Sé, no âmbito do Dia da freguesia, 6 de Agosto de 2016, para falar sobre os oito presidentes desta Junta, desde 1964 que contribuíram para o seu desenvolvimento, sobretudo, sobretudo, durante os 40 anos de Poder Local na região Autónoma dos Açores, já que conheci pessoalmente todos eles.
Daí que após a palestra, Cecília Costa Nídia Lopes Inácio e Alberto Lobão respectivamente, presidente, secretária e tesoureiro, que me pediram que preparasse esse texto para publicação em livro, o que constituirá, sem dúvida, uma homenagem aos visados, o que concordei e assim o fiz."


sábado, 8 de julho de 2017

FILIPE DUQUE EDIMBURGO COM O APOIO DA RAINHA ISABEL II, DEIXARÁ A VIDA PÚBLICA NO FINAL DO OUTONO.



Pelo nascimento, Príncipe da Grécia e da Dinamarca, no passado dia 10 de Junho completou 96 anos e começou o namoro com Isabel de Inglaterra aos 18 anos. Em Novembro próximo, o casal celebra 70 anos de casamento. Os seus compromissos oficiais, ainda eram intensos ao longo dos últimos anos, mais de 110, muitos deles fora da Grã-Bretanha, apesar da sua provecta idade.

A rainha sempre fez questão de, publicamente, enaltecer o marido: "Ele é a minha rocha. Tem sido a força e o meu apoio.". Filipe, em 2011 revelou, em entrevista à BBC, a satisfação que sentia com o percurso que fez ao longo de todos estes anos ao lado da rainha de Inglaterra: "Acredito que cumpri com a minha parte.". Encontra-se vinculado a 780 fundações.

Foi oficial na Marinha Real Britânica em 1939. Casou-se em 1947 com Isabel II, depois de ter combatido na Segunda Guerra Mundial.

Por vezes irreverente, nunca deixou de ser uma figura simpática e querida do Povo.

Da guerra no mar, Filipe passou para a guerra da corte. No entanto, caiu imediatamente, este sobrinho de Lorde Mountbatten, que foi governador-geral da Índia e liderou a marinha britânica nos anos cinquenta, nas graças do rei Jorge VI, embora inicialmente fosse olhado, por alguns sectores, com desconfiança, mas venceu.


Pois, como algumas pessoas se lembrarão, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, marido da soberana inglesa, em Março de 1991 esteve na ilha Terceira, visitando Angra do Heroísmo e a Praia da Vitória (admirando esta cidade da Serra do Facho). Veio a convite do então Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores, general Vasco Rocha Vieira, que ofereceu, em sua honra, um jantar no dia 24 desse mês, no Solar da Madre de Deus, em que estiveram presentes vários convidados.
J.B.B.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Homenagem a Segismundo Ramires Pinto nos seus 50 Anos de Ex-Librísmo


Integrado nas Comemorações dos 65 Anos de Fundação da Academia Portuguesa de Ex-Líbris (1952-2017) e de Homenagem a Segismundo Ramires Pinto nos seus 50 Anos de Ex-Librísmo


Palácio da Independência - Largo de São Domingos - Lisboa

Terça-Feira, 11 de Julho de 2017, às 17,30 horas
               
Organização Conjunta da Academia Portuguesa de Ex-Líbris e da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

17.30 Horas - Salas do Instituto Fernando Pessoa (r/c)

                     - Inauguração da Exposição da Obra Ex-Librística de Segismundo Ramires Pinto
                       Comemorativa dos seus 50 Anos de Vida Artística.

                     - Apresentação e Distribuição de Catálogo.

                     - Porto de Honra

18.00 Horas - Salão Nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (1º andar)

                     - Sessão Solene Comemorativa dos 65 Anos da Academia Portuguesa de Ex-líbris
                 
                     - Homenagem Nacional a Segismundo Ramires Pinto nos 50 Ano da Obra Ex-Librística




sábado, 1 de julho de 2017

EFEMÉRIDES AÇORIANAS - JULHO (9)

Angra do Heroísmo – Caminho de Baixo -Primeira década do século XX

1.1975- Encontra-se na Ilha Terceira a fim de proceder a estudos de campo uma Missão Cientifica Sueca chefiada pelo Prof. Erik Sjogren, catedrático na Universidade de Uppsala (Instituto de Ecologia Botânica). 

2.1973-Desmandaram os portos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória no ano findo, 535 navios com a tonelagem superior a um milhão de toneladas. Mercadorias manuseadas:221.130 toneladas.Passageiros:51.186. sendo 8.680 em trânsito. Atracaram em Angra 446 navios, ficando em fundeadouro 9.Na Praia atracaram 62 navios e fundearam 8.

3.1974- A Casa de Pasto de Manuel de Sousa , à Travessa Formosa 5- Praia da Vitória encontra-se totalmente remodelada, sob a gerência  de Rafael da Silva.

4.1975- Desde do passado mês de Maio foram já abertos 70 quilómetros de novos caminhos na Ilha do Pico.

5. 1924- São promovidos pela Liga de Educação Física., ao que consta, os primeiros Jogos Florais no Salão Nobre da Câmara de Angra do Heroísmo.

6.1975- Continua patente no Museu de Angra do Heroísmo a exposição dedicada a Paul Cézane.

7. 2006- “Antero Quental e Teófilo de Braga: dois açorianos na Universidade de Coimbra” é tema duma conferência proferida no Palacete Silveira e Paulo, em Angra do Heroísmo - por Amadeu Carvalho Homem, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

8.2006 – Decorre na Ribeira Quente (Povoação – Ilha de São Miguel) mais uma “Festa do Chicharro”. 

9.1987- Abre na Rua de Santo Espírito, n.51, em Angra do Heroísmo “O Açafate” propriedade de Jesuína Fróis. Espaço fortemente dedicado a artigos regionais de todas as Ilhas dos Açores e vinhos.

10.1975- Encontra-se na Ilha Terceira o Cônsul Geral de Portugal em Belo Horizonte (Brasil).

11.1963- A Municipalidade angrense, em sessão, delibera erigir no Jardim Duque da Terceira um busto ao Dr. Rui Teles Palhinha, preiteando a sua memória…

12.1981- O 1º Ministro de Portugal – Dr. Francisco Pinto Balsemão, é recebido na freguesia da Maia na Ilha de S. Miguel.

13.1971- É concedido à Câmara Municipal de Santa Cruz da ilha Graciosa para a obra de abastecimento de água à zona da Praia o reforço de subsídio de 30 contos, ficando assim a obra dotada em 478.770$00.

14. 1926- Desembarca em Angra do Heroísmo o general Gomes da Costa.

15.1967- É inaugurada no Livramento (Ponta Delgada –Ilha de São Miguel) a Fábrica de Cimento.

16.1984-Realiza-se em Angra do Heroísmo a Procissão de N.S.do Carmo.

17.1971- Encontra-se nos Açores a escritora francesa Madelaine Parisot, redactora dos Guides Bleus a fim de de actualizar as informações turísticas.

18.2010-Vindos da Catalunha encontram-se de férias na Ilha Terceira os Professores Doutores Neus Ronda i Anon (Adjunta do Sindicato Defensor dela ciutadania de Badalona); Francesc Lieal i Galceran (Departament de Ciència i Enginyeria Nàutiques da Universitat Politècnica de Catalunya (UPC) e M.ª Carme Yus Jordà (Departament d'Educació de la Generalitat de Catalunya).

19. 1988- Realiza-se na Sala Lisboa do Clube de Oficiais americano na Base Aérea 4, freguesia das Lajes (Ilha Terceira) uma conferência sobre os padrões e procedimentos de venda de produtos a entidades do governo dos Estados Unidos. Iniciativa do Comando das Forças soa E.U.A. nos Açores e do Cônsul dos EUA em Ponta Delgada.

20. 1957- É inaugurado o Cine Teatro Vale Formoso nas Furnas, ilha de S. Miguel.

21. 2011- Celebram as Bodas de Oiro matrimoniais Maria de Fátima Silva e José Ambrósio da Silva, residentes nos Biscoitos, concelho de Praia da Vitória.

22.1975- Uma multidão reúne-se em frente do Banco Micaelense a fim de manifestar àquela instituição de crédito o apoio da população micaelense a um Banco fundado por micaelenses.

23.1988- É o “Dia de Apreço à Comunidade / Community Appreciation Day, popularmente conhecido na Ilha Terceira pelo “Dia da Entrada Geral” na Base das Lajes.

24.1971- Mais de 60.000 contos são investidos em obras públicas na ilha Terceira: silo vertical; ampliação do Hotel – residencial, construção das instalações do asilo da Mendicidade, Central Electrica e Bairro da Canada do Joaquim Alves.

25. 1960- Falece a cantadeira Maria Georgina da Costa, natural da freguesia da Conceição de Angra do Heroísmo. Era popularmente conhecida, também, por “Melra Preta”.

26. 1941- Encontra-se de visita a Ponta Delgada, ilha de S. Miguel, Marechal Carmona aos Açores.

27. 1987- Tem inicio no Salão Nobre da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo o II Colóquio Internacional “Os Açores e as Dinâmicas do Atlântico”. 

28.1949- É aberto em Ponta Delgada o Cine esplanada União Desportiva.

29. 1908- Chega a Angra, a bordo do vapor S. Miguel, uma viatura marca Brasier 16-25 H.P., de quatro cilindros a fim de ser usado pelos médicos e pessoal de enfermagem na luta contra a peste bubónica que então alastrava pela Ilha. 

30. 1963-É inaugurada a eletrificação na Vila Nova do Corvo.

31-1971- Reabre ao público após obras de beneficiação o Restaurante Confiança de Rui de Sousa da Silva, na Rua de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.

Fonte: Arquivos de José da Silva Maya, Álvaro de Castro Meneses, “Revista Ilha Terceira” e “Almanaque Açores”.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Paulo Renato Andrade Mendes e a sua notável ação em prol do imigrante nos Açores




Jácome de Bruges Bettencourt

Não poderia ficar indiferente, ao constatar que Paulo Mendes vai, dentro de poucos dias terminar o seu ultimo mandato como Presidente da Associação dos Imigrantes nos Açores– AIPA, que hoje é uma instituição indispensável pelos serviços que vem prestando e se credibilizou, como necessária à ajuda e encaminhamento do imigrante que escolheu as nossas ilhas para viver e trabalhar.

E, nas funções de Cônsul Honorário da República de Cabo-Verde, que ocupo há mais de 20 anos, dou público testemunho do permanente empenho do Paulo Mendes ao longo destes 14 anos. Ele soube, como poucos, abraçar a causa das migrações e defesa dos direitos dos migrantes.

A AIPA foi por ele fundada em 2003, e igualmente co-fundador e coordenador da Plataforma das Estruturas Representativas das Comunidades de Imigrantes em Portugal (2008-2012) e por via do seu dinamismo já fora fundador e presidente do Núcleo de Estudantes de Sociologia da Universidade dos Açores (1999-2003) e presidente da Direção da Associação Juvenil Black Panthers (1994-1997). Foi, também, fundador da Transatlantic Network 2020 (TN2020), que é uma rede ativa criado pelo British Council, que reúne jovens profissionais com influência em diversas áreas, como negócios, sociedade civil, artes, ciência e meios de comunicação social, que tem por objetivo revitalizar os laços transatlânticos e globais para o futuro.

Paulo Mendes nasceu e viveu até à conclusão dos estudos secundários em Cabo Verde, ilha de Santiago, cidade da Praia, e escolheu outra região arquipelágica – Os Açores, para na sua universidade se licenciar em Sociologia, pós-graduar em Ciências Sociais e está em vias de concluir o seu doutoramento em Sociologia pelo ISCTE.

Mas, o seu “desassossego” leva-o a uma permanente atividade, diga-se que muito dinâmica e positiva, de que destacamos as suas crónicas semanais, principalmente, nos jornais “Açoriano Oriental” (Açores) e “A Nação” (Cabo Verde), bem assim noutras publicações e bastas participações como orador em diversas iniciativas regionais, nacionais e internacionais sobre a temática das migrações e da interculturalidade.

Em 2007 publicou um livro sobre a comunidade cabo-verdiana intitulado “Ponte Insular Atlântica – A comunidade Cabo-Verdiana nos Açores”, para além de inúmeros artigos publicados em revistas científicas sobre o tema das migrações.

E, mereceu em 2008, ser distinguido pela Fundação Calouste Gulbenkian com o prémio “Imigrante Empreendedor do Ano”.

Permanente atento observador a estas temáticas espreita tudo o que é feito a bem do imigrante e sabe dar valor ao que se vai fazendo por quem.

Daí o reconhecimento que a AIPA fez a muitas entidades e pessoas da Região. Também, a nível de projetos que mantivemos em parceria, lembro a extensão dos nossos serviços consulares na AIPA, para as ilhas de São Miguel e Santa Maria, como as cedências das instalações de Ponta Delgada e Angra do Heroísmo (AIPA) para operações de recenseamento e consequentemente para atos eleitorais.

A nível profissional, Paulo Mendes, é sócio-gerente da Competir-Açores (Formação e Serviços Ldª) e fundador do unOffice (primeiro espaço de cowork dos Açores).

Ainda no contexto profissional merece destaque o papel relevante que desempenhou na Cresaçor (2003-2008) enquanto Gestor de Projetos, em particular, na conceção e desenvolvimento de projetos de intervenção social.

Paulo Mendes, tem uma paixão por criar e desenvolver projetos e faz por estar no grupo dos que “fazem acontecer”. Tem dividido o seu percurso entre o empreendedorismo e o ativismo social.

Pelo que, temos a certeza e apostamos que continuará a desenvolver projetos de monta nas temáticas que domina com paixão.

Agradeço muito honrado, mais uma vez me terem feito sócio honorário da AIPA em 12 de junho de 2003, o de terem promovido uma homenagem pública em que participaram Câmaras, Direções Regionais, várias Instituições e a comunidade cabo-verdiana, na comemoração dos 20 anos de cônsul a 12 de novembro de 2016 e agora atribuírem este certificado de reconhecimento e gratidão.

A quantidade de pessoas e representantes de inúmeras Instituições aqui presente no Teatro Micaelense, como o presidente do município de Ponta Delgada, diretores regionais, com destaque para o D.R. das Comunidades, Carlos César (representado), o antigo Reitor da Universidade dos Açores Vasco Garcia, Presidente do Novo Banco dos Açores CA Gualter Furtado, Cônsul de Cabo-Verde nos Açores, Misericórdias, ISSA, Diretora da RTP-A, e tantas mais entidades e muitos amigos, demonstra bem o prestígio que Paulo Mendes goza na Região Autónoma dos Açores e não só.

É de registar que, por incumbência, li no início desta intervenção, enviada pela nossa Cônsul Geral da República de Cabo-Verde em Portugal, Drª Edna Monteiro Marta, uma mensagem, evidenciando, algumas palavras de gratidão, reconhecimento e despedida ao Dr. Paulo Mendes nesta, como se diz em crioulo, “Hora di Bai”.

O nosso muito obrigado por tudo Paulo, com os votos das maiores felicidades.

Ponta Delgada, 21 de junho de 2017

terça-feira, 20 de junho de 2017

IMPRENSA - Provérbios e pensamentos


- A imprensa fez nascer duas novas paixões: a de tudo ler, e a de tudo escrever.

- A imprensa é a artilheira do pensamento.

- " Assim como houve um Soberano, que pensava nada ter feito, em quanto lhe restava alguma coisa a fazer;a imprensa, por mais que trabalhe, pensará sempre não ter conseguido nada, em quanto não vir aclimada por toda a parte a liberdade".

- Depois da descoberta da imprensa, dizia Lemontey, ainda não pereceu um governo, que a não tivesse escravizado; depois de tal descoberta, dizia Napoleão, invocam-se as luzes para reinar, e reina-se para as escravizar.

- Um dos mais seguros meios de agradar escrevendo, não é tanto o pensar  e o dizer, como o fazer pensar e fazer dizer os outros.

- Uma imprensa livre não pode florescer e frutificar, no terreno das perseguições.

- O compor é o paraíso de escritor, o retocar e o corrigir é o seu purgatório, o examinar e emendar as provas da imprensa é o seu inferno.

- Um editor de jornal é alguém que separa o joio do trigo, publicando o joio (Adlai Stlenbon).

sábado, 17 de junho de 2017

Compilação da imprensa (64)

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Confraria entende que o vinho dos Biscoitos merece ser estrela

Mesas da Ilha Terceira
têm de fazer o Verdelho brilhar
No Diário Insular de 23.05.2017

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Vinho Da Resistência  aqui

Outras "Parras" :

Planta da Freguesia dos Biscoitos (ano 1830) aqui

Plantas Vasculares nas Vinhas dos Biscoitos (ano 1971) aqui.

"A vinha perde-se e a população nada ganha" (ano 1994) aqui.

"Região de Biscoitos, nos Açores - Casas em vez de vinhas" - Santos Mota (ano 1994) - aqui.

"Biscoitos: que futuro? "-José Aurélio Almeida (ano 1996) - aqui.

"As Vinha dos Biscoitos" -Bailinho de Carnaval da Freguesia das Fontinhas. (ano 1997) aqui.

Pisa e Mosto (1997) aqui

Sinónimos- Casta Terrantez da Terceira -Aqui

"Uma virada nos Biscoitos"(Açores)- (ano 1998) aqui.

O viticultor açoriano está envelhecido (ano 1998/99) aqui

“Provedor de Justiça dá razão à Confraria” (ano 1999) aqui.

“Museologia de Interpretação da Paisagem Ecomuseu dos Biscoitos, da ilha Terceira” - por Fernando Santos Pessoa (ano de 2001) aqui.

"Carta de risco geológico da Terceira" (ano ano 2001) aqui.

"Paisagem Báquica - Memória e Identidade" - Aurora Carapinha (ano 2001) aqui.

“A Paisagem Açoriana dos Biscoitos” - por Gonçalo Ribeiro Telles (ano 2002) aqui.

"Fadiga sensorial" (ano 2007) aqui.

"Defender curraletas!" (ano 2007) aqui.

"Tutores" (ano 2007) aqui.

A Casa Agrícola Brum tem nova administração - ANO de 2007 AQUI

"Rememorando as origens dos Biscoitos nos séculos XV e XVI"- por Rute Dias Gregório (ano 2008) aquiaqui e aqui.

“A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo” - por Margarida Pessoa Pires (ano 2009) aqui.

"O Aditivo"- por Francisco dos Reis Maduro-Dias -ano de 2009 Aqui

Biscoitos de Lava para os “sete magníficos” (ano 2011) aqui

"Acerca do vinho" -por Francisco Maduro-Dias (ano 2011) Aqui

Sócios da associação de viticultores da ilha Terceira -  Adega Cooperativa dos Biscoitos C.R.L.- não recebem há mais de 6 anos- Ano de 2011 - Video RTP  Aqui

Produtores engarrafadores e produção de vinho nos Biscoitos em 2012-  Aqui

Produção de vinho nos Biscoitos em 2015 - Aqui

Garrafa Comemorativa do 125.º Aniversário da Casa Agrícola Brum - 2015 - Video Aqui

quinta-feira, 1 de junho de 2017

EFEMÉRIDES AÇORIANAS - JUNHO (9)

Reclame da Pastelaria Primorosa, Angra do Heroísmo.Gravura do artista António Esteves

1. 1943- A Primorosa – Pastelaria e Vinhos Finos de Silvano de Oliveira, à Rua da República, 121, em Angra do Heroísmo, têm novidades em vinhos finos.

2.1946- As tropas inglesas deixam a Base das Lajes, após a descida do pavilhão inglês e paralelamente ao hasteamento do português.

3.1986- É inaugurada a Marina da cidade da Horta, o primeiro porto de recreio nos Açores.

4.1960- É inaugurado no Bairro da Vitória, em Ponta Delgada, ilha de S. Miguel, o Cine Vitória.

5.1974- Depois de ter cumprido em Angola o serviço militar obrigatório regressa à ilha Terceira o furriel-miliciano João Ernesto Barcelos Leonardo.

6.1976- Encontra-se em Ponta Delgada , ilha de S. Miguel, o Conselheiro Cultural e da Cooperação Ciêntifica e Técnica da Embaixada de França.

7.2003- Falece na sua residência em Alfragide o conhecido provador de vinhos e Confrade Honorário da Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos, Dr. Mário D’Oliveira Figueiredo,

8.1982- A Praia da Vitória participa nos “Jogos Sem Fronteiras” em Sibenik, na Jugoslávia.

9.2015- Realiza-se, pelas 09h00, na Igreja do Santuário do Senhor Santo Cristo, na cidade de Ponta Delgada, uma missa em memória de todos os que ajudaram a construir a RTP- Açores e que entretanto faleceram. 

10. 1985- É condecorado com o galardão de Comendador da Ordem do Infante Dom Henrique o angrense Eng.º Técnico Boaventura Gonçalves de Freitas, Presidente da Câmara de Tabuaço.

11. 1981- É inaugurado o Aeroporto da Ilha Graciosa.

12.1978- É festivamente inaugurado na Base das Lajes o Clube de Sargentos Portugueses.

13. 1811- A 1.200 metros da Ilha de São Miguel, surge uma ilha, designada Sabrina, que os ingleses chegaram a ocupar. (… em Outubro seguinte já nada restaria…).

14.1820- São utilizadas as duas “bombas de incendido” da Fortaleza (“castelo”) de S. João Baptista.

15.1841- Forte sismo danifica casas na ilha Terceira, fazendo para o relógio da Sé d’Angra.

16. 1963- Tem início as sessões cinematográficas no Sporting da Clube da Horta.

17- 1995- A Oficina d’Angra realiza o II Curso de verão sob a orientação de professores convidados do ARCO, de Bartolomeu Cid e ainda de Karon Dohterty da Universidade de Darmouth e de Emanuel Macedo.

18. 2015- Numa organização da Escola de Formação Turística e Hoteleira tem inicio hoje, em Ponta Delgada, a quarta edição do "10 Fest Açores - 10 dias, 10 chefs"-  no Restaurante Anfiteatro.

19. 1998- O vinho “Pedras do Lobo” do produtor engarrafador José Manuel Machado de Sousa está presente no festival cultural dos países que fazem parte das forças das Nações Unidas, na cidade de Kreuz Rath Gangelt, Alemanha. 

20.1984- Perfaz 36 anos de sacerdócio o Padre Manuel Coelho de Sousa, natural de S. sebastião, concelho de Angra do Heroísmo.

21.1998- Realiza-se no Porto, Palácio da Bolsa, uma investidura de Confrades na Confraria do Vinho do Porto. A Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos fez-se representar pelo seu Grão- Mestre.

22.1983- A Agência do Banco Português do Atlântico em Angra do Heroísmo tem novo gerente: Francisco Alberto de Meneses Cardoso Fialho, natural da freguesia dos Biscoitos, concelho da Praia da Vitória.

23.1980- O Primeiro-ministro Dr. Sá Carneiro visita a Ilha Terceira, com paragem na freguesia dos Biscoitos.

24.1982- A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo entrega diplomas de cidadania honorária aos Srs. Dr. Cândido Forjaz, Dr. Hélio Flores Brasil, Monsenhor Henrique Rocha, Joaquim Gomes da Cunha (Pedro de Merelim), Eng. José Correia da Cunha e comendador Manuel Sousa Mancebo,

25. 1998- Decorre na cidade do Porto o 35.º Congresso Mundial das Confrarias Báquicas. Os Açores estão representados pela Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos (Ilha Terceira).

26. 1931- É consumido por um incêndio o Teatro Ideal, Ponta Delgada.

27.1986- Integrado nas sanjoaninas realiza-se na Praça de Toiros Ilha Terceira um espetáculo infantil com a colaboração dos artistas Tonicha e Carlos Alberto Moniz. 

28. 1989- O Presidente do Governo Regional dos Açores, Dr. João Bosco Mota Amaral anuncia a substituição do Dr. António Azevedo Rosa no cargo de Secretário Regional da Educação e Cultura pelo Dr. Aurélio da Fonseca.

29. 1986- Realiza-se em Angra do Heroísmo a Procissão de São Pedro.

30. 1979- O Papa João Paulo II anuncia, durante o seu primeiro consistório, a nomeação de D. Aurélio Granada Escudeiro, 37.º Bispo de Angra.

Fonte: Arquivos de José da Silva Maya, Álvaro de Castro Meneses, “Revista Ilha Terceira” e “Almanaque Açores”.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Compilação da imprensa (63)

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A 2 de Agosto, no Pico

Concurso de vinhos 
com provas cegas
No Diário Insular de 29 de Julho de 2003

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Outras "Parras" :

Planta da Freguesia dos Biscoitos (ano 1830) aqui

Plantas Vasculares nas Vinhas dos Biscoitos (ano 1971) aqui.

"A vinha perde-se e a população nada ganha" (ano 1994) aqui.

"Região de Biscoitos, nos Açores - Casas em vez de vinhas" - Santos Mota (ano 1994) - aqui.

"Biscoitos: que futuro? "-José Aurélio Almeida (ano 1996) - aqui.

"As Vinha dos Biscoitos" -Bailinho de Carnaval da Freguesia das Fontinhas. (ano 1997) aqui.

Pisa e Mosto (1997) aqui

Sinónimos- Casta Terrantez da Terceira -Aqui

"Uma virada nos Biscoitos"(Açores)- (ano 1998) aqui.

O viticultor açoriano está envelhecido (ano 1998/99) aqui

“Provedor de Justiça dá razão à Confraria” (ano 1999) aqui.

“Museologia de Interpretação da Paisagem Ecomuseu dos Biscoitos, da ilha Terceira” - por Fernando Santos Pessoa (ano de 2001) aqui.

"Carta de risco geológico da Terceira" (ano ano 2001) aqui.

"Paisagem Báquica - Memória e Identidade" - Aurora Carapinha (ano 2001) aqui.

“A Paisagem Açoriana dos Biscoitos” - por Gonçalo Ribeiro Telles (ano 2002) aqui.

"Fadiga sensorial" (ano 2007) aqui.

"Defender curraletas!" (ano 2007) aqui.

"Tutores" (ano 2007) aqui.

A Casa Agrícola Brum tem nova administração - ANO de 2007 AQUI

"Rememorando as origens dos Biscoitos nos séculos XV e XVI"- por Rute Dias Gregório (ano 2008) aquiaqui e aqui.

“A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo” - por Margarida Pessoa Pires (ano 2009) aqui.

"O Aditivo"- por Francisco dos Reis Maduro-Dias -ano de 2009 Aqui

Biscoitos de Lava para os “sete magníficos” (ano 2011) aqui

"Acerca do vinho" -por Francisco Maduro-Dias (ano 2011) Aqui

Sócios da associação de viticultores da ilha Terceira -  Adega Cooperativa dos Biscoitos C.R.L.- não recebem há mais de 6 anos- Ano de 2011 - Video RTP  Aqui

Produtores engarrafadores e produção de vinho nos Biscoitos em 2012-  Aqui

Produção de vinho nos Biscoitos em 2015 - Aqui

Garrafa Comemorativa do 125.º Aniversário da Casa Agrícola Brum - 2015 - Video Aqui

segunda-feira, 1 de maio de 2017

EFEMÉRIDES AÇORIANAS - MAIO (9)

Gravura /reclame da Casa de Utilidades em Angra do Heroísmo


1. 1944- A Casa de Utilidades de Manuel Magalhães à rua da República (Rua da Sé) 57, em Angra do Heroísmo, recebe material escolar.

2.2009- É servido um biscoito d' honra no 9.º Encontro de Química dos Alimentos, uma organização do Centro de Investigação em Tecnologias Agrárias dos Açores, em associação com a Sociedade Portuguesa de Química.

3.1894- É inaugurada em Angra do Heroísmo a Praça de Toiros Espírito Santo, à Pereira.

4.1966- É aberto o Cine Popular na Fajã de Cima, ilha de S. Miguel,

5.1975- O Ministério do Equipamento Social e Ambiente atribui verbas no montante de 15.000 contos, como primeiros subsídios a fim de resolver problemas habitacionais em Ponta Delgada e Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel.

6.1976- São roubadas oitenta dúzias de foguetes do paiol de um fogueteiro da freguesia de S. Bartolomeu, concelho de Angra do Heroísmo.

7.1867- É fundada na Vila Franca do Campo, ilha de S. Miguel, a Filarmónica Lealdade.

8.1983- Realiza-se em Ontário, Canadá, solenidades em louvor do Senhor Santo Cristo dos Milagres na Igreja de Santa Maria. Participaram na procissão mais de 40 mil Açorianos, muitos vindos dos estados Unidos da América. O vespertino The Toronto Star destaca esta festividade há muito trazida por micaelenses.

9. 1971-É Sagrada, pelo Bispo da Diocese d’Angra, a Igreja Paroquial da Freguesia de S. Bartolomeu dos Regatos, concelho de Angra do Heroísmo.

10.2010- Decorre na zona interativa do Modelo de Angra do Heroísmo a “Feira Açores ’10”.

11.1979- A PSP- Policia de Segurança Pública de Angra do Heroísmo durante a sua festa anual destaca treze agentes da Corporação angrense, com a medalha de Ouro de Comportamento Exemplar, correspondente a 36 anos de serviço efectivo, sem qualquer espécie de averbamento disciplinar nas respectivas folhas cronológicas.

12. 2007- Falece em Angra do Heroísmo o Açoriano Ricardo Jorge Mendes da Rosa.


14.1845-É estabelecido por decreto que a largura das rodas dos carros seja de duas polegadas, mas as Ilhas dos açores não acatem semelhante disposição. AS Câmaras da Praia e de S. Sebastião (ilha Terceira) continuam a permitir o uso das chapas de rodas de carros estreitas com pregos pontiagudos, de cinco e mais centímetros de altura. As rodas continuam a formar um todo móvel, à romana, como os do Minho.


16.1904- Tem início a distribuição quotidiana do serviço postal a todas as freguesias da Ilha Terceira.

17.1976. Dois escritores picoenses, Dias de Melo e José Martins Garcia autografam na Casa dos açores em lisboa os seus recentes livros respectivamente Mar Pela Proa e o livro Cultura, Politica e Informação.

18.1858- Nasce na Horta Florêncio José Terra “Florêncio Terra”. Professor, contista, escritor e jornalista.

19.1976- Encontra-se na ilha das Flores o Padre Victor Feitor Pinto, director do secretariado Nacional para a Educação Cristã da Juventude, a fim de orientar trabalhos de ordem pastoral naquela ilha com sacerdotes locais e leigos.

20.1983- Falece no Hospital de Santo Espirito em Angra do Heroísmo o engenheiro António Francisco Resendes, natural do Faial da Terra, ilha de S. Miguel. 

21.1976- A Câmara Municipal de santa Cruz das Flores é autorizada a utilizar a verba de 150 mil escudos, atrinbuida pela Junta Regional para aquisição de contadores de água e reparações da rede de abastecimento de água à sede do concelho.

22. 1995- A “oficina d’Angra” está presente no Simpósio Internacional Multimédia na cidade da Horta, através dos seus associados e dirigentes José Pereira, Renato Costa e Silva, José Guilherme Rocha e Silva e João Miguel Borba.

23.1965- Falece em Angra do Heroísmo Tomás Borba ilustre terceirense que marcou posição relevante como comerciante e aficionado da festa dos toiros, tendo fundado a sua ganadaria no ano de 1938, com vacas de Francisco Vitorino e um semental co o ferro de Emílio Infante da Câmara, vendendo-o mais tarde ao criador José Albino Fernandes. 


25.1976- De acordo com o plano de cooperação da Universidade de Rhode Island e do Instituto Universitário dos Açores está nos Açores a Prof. Filomena Silva, do programa bilingue daquela instituição, que durante dois meses irá orientar um curso extra curricular do IUA de ensino prático de língua inglesa.

26.1956- É inaugurado na ilha Graciosa o Farol do Carapacho.


28. 1992- É inaugurado o Centro de Formação Profissional Agrária da Vinha Brava (Angra do Heroísmo) pelo Primeiro-ministro Prof. Aníbal Cavaco Silva.

29.1980- O Chefe de estado, general Ramalho Eanes por decreto n.º 34/80 inserto no “Diário do Governo” n. 124-1.ª Série desta data, agracia o Regimento de Infantaria de Angra do Heroísmo com a medalha de Ouro de serviços Distintos, com base em expressivo louvor, premiando assim a nobilitante e pronta acção desenvolvida por esta Unidade em auxílio e assistência às vítimas do sismo de 1 de Janeiro de 1980.

30.1976- Encontra-se a estagiar no Laboratório de Mineralogia do Instituto Superior Técnico , em Lisboa, o Eng.º Mário San Bento Meneses, contratado pela Junta Geral de Ponta Delgada, como geoquímico do Instituto de Geociências dos Açores para o projecto geotérmico da ilha de S. Miguel.

31. Começa a funcionar na cidade da Horta o Museu de Arte Sacra, instalado na Igreja de N.ª S.ª do Rosário – antigo Convento de São Francisco).

Fonte: Arquivos de José da Silva Maya, Álvaro de Castro Meneses, “Revista Ilha Terceira” e “Almanaque Açores”.